Gilmar Mendes nega pedido de Eduardo Bolsonaro para paralisar CPI das Fake News

quinta-feira, 30 de abril de 2020

/ Por: REDAÇÃO
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Gilmar Mendes
FOTO: REPRODUZIDA

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou seguimento a um mandado de segurança impetrado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro para paralisar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.
O filho do presidente da República recorreu ao STF no último dia 20 para evitar a prorrogação dos trabalhos do colegiado, o que tornaria indávlidas duas reuniõe da comissão realizadas em dezembro. Em uma delas ocorreu o depoimento da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), que implicou o seu gabinete em um esquema de disparo de mensagens falsas e ofensivas.
No pedido, Eduardo alegava que a comissão perdeu seu foco, que Hasselmann substituiu aliados do governo por "deputados sabidamente de oposição, inimigos declarados, visando manter e intensificar a perseguição" a ele.
Em resposta ao STF, a CPMI afirmou que apenas cumpre seu dever de investihar o objeto para o qual foi criada. "A concessão da liminar esvaziaria a atuação da CPMI das Fake NEwes, ao impedir sua atuação para o esclarecimento dos fato por ela investigados", destacou a CPMI por meio de um ofício produzido pela advocacia do Senado.
Na decisão, Gilmar Mendes destacou que tanto a CPI quanto inquéritos em tramitação hoje na Corte são importantes para desvendar o que chamou de "atuação de verdadeiras quadrilhas organizadas que, por meio de mecanismos ocultos de financiamento, impulsionam estratégias de desinformação, atuam como milícias digitais, que manipulam o debate públoico e violam a ordem democrática".
FONTE: O TEMPO

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